Dossiê Lulinha

Nikolas publica primeiro episódio da série “Dossiê Lulinha”; veja

Material cita histórico de suspeitas envolvendo o filho do presidente

Nikolas Ferreira em “Dossiê Lulinha” Foto: reprodução/Instagram (@nikolasferreiradm)

O deputado federal e candidato à reeleição Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou neste domingo (6) o primeiro vídeo de uma série sobre as denúncias relacionadas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Nikolas afirma que serão outras sete publicações sobre o empresário, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesta edição, o parlamentar usa o termo popular “tal pai, tal filho” para correlacionar os dois.

O “Capítulo 1” tem como tema o “Ronaldinho dos Negócios”, frase usada por Lula para se referir ao suposto talento do filho para empreender. Ele menciona a atual realidade econômica de Lulinha, que vive na Espanha.

— Lulinha vive num condomínio de luxo na Espanha, cercado de jogadores de futebol, enquanto é investigado pela Polícia Federal em três inquéritos diferentes. Três. E todos eles têm uma coisa em comum: a suspeita de que o filho do presidente possa ter usado sua proximidade com o poder para favorecer negócios privados dentro do próprio governo do pai — disse.

Ele cria uma linha do tempo da ascensão do empresário. Partindo de 2002, quando ele recebia um salário mínimo e criou a Gamecorp. Investigações ao longo dos anos revelaram repasses suspeitos de R$ 132 milhões para os negócios de Lulinha.

— Volta comigo para 2004. Fábio Luís era formado em Biologia em 2002, trabalhava como monitor em zoológico em São Paulo e ganhava cerca de R$ 600 por mês. Mas resolveu entrar no mercado de tecnologia e entretenimento e criou com alguns sócios a Gamecorp. (…) Anos depois, a Lava Jato abriu uma investigação específica para analisar repasses da Oi (Telemar) para empresas ligadas ao grupo Gamecorp/Gol. Estamos falando de mais de R$ 132 milhões entre 2004 e 2016 — destacou.

Mais adiante, Nikolas apresenta as relações entre os negócios de Lulinha e o sítio em Atibaia (SP), ligado à família. Ele relembra que não houve condenação, devido à eliminação de provas coletadas pelo juiz Sérgio Moro.

— Lulinha não foi condenado nesse caso. A investigação acabou arquivada em 2022. E por quê? Depois das decisões do Supremo envolvendo a Lava Jato e a suspeição de Sérgio Moro, provas utilizadas naquela investigação foram consideradas inválidas — relembrou.

Nikolas encerrou o vídeo levantando os questionamentos sobre as decisões relacionadas ao caso e afirmou que nos próximos episódios irá revelar os novos personagens relacionados ao filho do presidente.

 

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