Elon Musk vence batalha contra censura ao X na Austrália

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Publicado em 14 de maio de 2024, 13:04 |
Modificada em 14 de maio de 2024, 13:04
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Justiça havia proibido vídeos de ataque a bispo na rede social

O juiz do Tribunal Federal Australiano, Geoffrey Kennett, suspendeu, nesta segunda-feira (13), a proibição da plataforma de mídia social X de mostrar aos australianos o vídeo de um bispo sendo esfaqueado em uma igreja de Sydney. Kennett disse que publicaria seus motivos para suspender a ordem mais tarde.

A proibição temporária foi colocada em vigor em 22 de abril, mas o juiz australiano rejeitou o pedido da Comissão de Segurança Eletrônica da Austrália para estender a ordem judicial que expirou nesta segunda.

A decisão foi uma vitória para a empresa rebatizada pelo bilionário Elon Musk quando ele comprou o Twitter no ano passado.

A rede social X foi a única entre as plataformas de mídia social a se recusar a remover o vídeo do bispo Mar Mari Emmanuel sendo esfaqueado.

Vídeo mostra bispo sendo atacado Foto: Reprodução / Print de vídeo / X

Musk argumentou que estava defendendo um princípio de liberdade de expressão, argumentando que a proibição estabelece um precedente perigoso que permite efetivamente que um país controle toda a internet.

Os legisladores australianos o acusaram de arrogância e de falta de senso de responsabilidade social.

A rede social X também está entrando com uma ação judicial separada contra a comissária de segurança eletrônica Julie Inman Grant, ex-funcionária da plataforma, que questiona a validade de sua notificação exigindo que a plataforma remova o vídeo do ataque de 15 de abril em uma igreja ortodoxa assíria.

Espera-se que o juiz considere a possibilidade de marcar uma data de audiência nesta quarta-feira (15).

Por: AE

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